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Arquivo para a categoria ‘vidraria’

Dessecador para vácuo

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Copo becker

Bureta graduada

Agitador vórtex

Balança de precisão

As balanças de precisão são caracterizadas pela exatidão na pesagem. Ideal para laboratórios, a balança de precisão é um instrumento fundamental que possibilita pesquisas, produção, controle de qualidade, gerenciamento de dado.

A balança eletrônica de precisão são caracterizadas por elementos eletrônicos e constituída por uma bandeja sobre uma célula de carga, que é comprimida durante a pesagem, gerando um sinal elétrico que, enviado ao microprocessador, resulta em uma leitura em um mostrador exibindo o peso calculado.

 

Swab ou zaragatoa

Microscópio de luz transmitida

Vidro de relógico

Bico de Bunsen

bico de Bunsen é um dispositivo usado para efectuar aquecimento de soluções em laboratório.

Este queimador, muito usado no laboratório, é formado por um tubo com orificios laterais, na base, por onde entra o ar, o qual se vai misturar com o gás que entra atraves do tubo de borracha.

O bico de Bunsen foi aperfeiçoado por Robert Wilhelm Bunsen, partir de um dispositivo desenhado por Michael Faraday.

O bico de Bunsen queima em segurança um fluxo contínuo de gás sem haver o risco da chama se propagar pelo tubo até o depósito de gás que o alimenta.

Diz-se que a área estéril do bico de bunsen seja de 30 cm.

Quando a janela do Bico de Bunsen está fechada, sua chama é igual à de uma vela, pois a reação ocorre apenas com o oxigênio que está em volta e sua chama fica mais fraca.

Quando se usa o bico de Bunsen, deve-se primeiramente fechar a entrada de ar; em seguida, um fósforo deve ser aceso perto do ponto mais alto da câmara de mistura, daí, a válvula de gás pode ser aberta, dando origem a uma chama grande e amarela que desprende fuligem (figura abaixo 1). Esta chama não tem uma temperatura suficiente para o aquecimento de substância alguma, para conseguir uma chama mais “quente”, a entrada de ar deve ser aberta até que se consiga uma chama azul (figura abaixo 4); isto ocorre porque o oxigênio mistura-se com o gás, tornando a queima deste mais eficiente.

REFERÊNCIAS:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bico_de_Bunsen

http://www.proenc.iq.unesp.br/index.php/quimica/300-bico-bunsen

Balão de fundo chato

balão de fundo chato destina-se a destilações químicas, seu uso é semelhante ao balão de fundo redondo, porém mais apropriado aos aquecimentos sob refluxo e pode ser apoiado sob superfícies planas.

Modo de usar

Colocar o balão em posição horizontal e acrescentar a solução desejada. O balão de fundo chato, não é graduado, pois não é utilizado para se obter volumes precisos.

Dependendo da técnica empregada, pode-se utilizar tampa ou algum outro objeto para tampar a boca do balão.

Precaução

Cuidado ao manipular soluções quentes ou agressivas, sempre utilize roupas adequadas, como avental, luvas e óculos de proteção.

REFERÊNCIAS:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bal%C3%A3o_de_fundo_chato

http://www.escolavirtual.pt/assets/conteudos/downloads/10fqa/1fqa5101pdf01.pdf?width=965&height=600

http://www.erviegas.com.br/pdf/153509.pdf

Lâmina de vidro para microscopia

Lâmina para microscópio ou para microscopia é uma peça retangular, normalmente de vidro (embora possa ser também de quartzo, policarbonato, poliestireno, acrílico ou modificações deste). Estes materiais podem ter sua superfície tratada com PTFE, poli-L-lisina e silicones.

São produzidas variando em dimensões, mais comumente no tamanho de 26 x 76 mm nos países que adotam o sistema métrico, medidas originárias do tamanho de 1 por 3 polegadas (25,4 x 76,2 mm) (tamanho que tornou-se padrão para a construção de microscópios).

Variam em espessura, usualmente têm a espessura de 1 a 1,3 mm.

Podem ter uma ou duas extremidades fosqueadas, com a finalidade de ali se escrever anotações ou rotulá-las.

Podem ter as bordas simplesmente cortadas ou lapidadas, tornando seu uso mais seguro por causa do caráter cortante do vidro.

Para algumas aplicações, podem ter uma de suas superfícies completamente ou regionalmente fosqueada, quando não se faz necessária a transparência e é adequado um determinado contraste.

São ainda, para algumas aplicações, “escavadas”, formando cavidades destinadas a reter volumes de líquidos a serem examinados ao microscópio. Para as lâminas ditas escavada, normalmente é usado em sua fabricação o vidro plano de 2 mm de espessura, e as escavações, concavidades, tem normalmente 15 a 18 mm de diâmetro e 1 a 1,5 mm de profundidade. Placas de vidro com mais de 3 escavações, escavações maiores e mais profundas, e com espessura maior que 2 mm, normalmente são classificadas como placas de toque e não são consideradas nem usadas normalmente em microscopia, e se destinam normalmente a reações químicas em pequena escala.

 

REFERÊNCIAS:

http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%A2mina_(microscopia)

 

Rolha de algodão

Tubos de ensaio

Tubo de ensaio é um recipiente de vidro alongado e cilíndrico usado para efetuar reações químicas de pequena escala com pequenas quantidades de reagente de cada vez.

Pode ser aquecido diretamente na chama do bico de Bunsen.

O diâmetro de abertura fica entre 1 e 2cm e o cumprimento fica entre 5 e 20cm. Possui, geralmente, uma borda grossa na abertura, o que facilita o despejo de seu conteúdo em outros recipientes.

REFERÊNCIAS:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Tubo_de_ensaio

http://www.escolavirtual.pt/assets/conteudos/downloads/10fqa/1fqa5101pdf01.pdf?width=965&height=600

 

Frasco de Erlenmeyer

Balão de Erlenmeyer (em alemão: Erlenmeyerkolben) é um frasco em balão, usado como recipiente no laboratório, inventado pelo químico alemão Emil Erlenmeyer.

Feito de material de vidro, plástico, policarbonato transparente ou polipropileno transparente, é ideal para armazenar e misturar produtos e soluções, cultivo de organismos e tecidos e predominantemente usado em titulações. Pode ser utilizado, também, para o aquecimento de soluções.

Sua parede em forma de cone invertido evita que o líquido em seu interior espirre para fora.

Apresenta variações de tamanhos de bocas, tampas de vidro esmerilhado e plástico e inclusive estrias em suas paredes para melhor homogenização de soluções. Algumas variações incluem tampa, inclusive rosqueável.

REFERÊNCIA:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Erlenmeyer_(bal%C3%A3o)

http://www.escolavirtual.pt/assets/conteudos/downloads/10fqa/1fqa5101pdf01.pdf?width=965&height=600

http://www.midlandsci.com/customer/miscne/specpages/Flasks%20Erlenmeyer.pdf

Alça de Drigalski

Alças de Drigalski descartáveis são hastes de plástico em formato de “L” e são utilizadas para espalhar amostras líquidas na superfície do ágar contidos nas placas de Petri. A sua base deve ser completamente lisa, livre de pontas ou imperfeições, permitindo distribuição da amostra líquida de forma homogênea sobre a superfície do ágar, sem cortá-lo.

REFERÊNCIAS:

http://www.interlabdist.com.br/dados/produtos/bula/doc/1548ca6fd719272.pdf

Pipetador manual (pera)

Os dispositivos de pipetagem são dispositivos para auxiliar a sucção em pipetas.

Nunca se deve utilizar a boca para pipetar, porque além do risco de aspiração ou de ingestão, torna fácil a inalação de aerossóis. Utilizar um dos vários tipos de bulbos, pêra ou pipetadores.

São considerados equipamentos de proteção coletiva (EPCs).

PERAS

Pêras são de borracha e possuem três bolinhas que têm as letras “A”, “S” e “E”. A primeira (“A”) serve para retirar todo o ar da pera antes desta ser aplicada à pipeta; a segunda (“S”) serve para fazer o líquido subir, e a última (“E”) para expulsar o líquido. Além disso, para expulsar a última gota, quando se está trabalhando com pipetas totais, é só apertar o orifício na extremidade lateral da pêra (ao lado da bolinha “E”).

 

Os pipetadores do tipo roldana possuem uma roda que ao ser deslizada para cima suga o líquido e este vai sendo descartado através de um “botão”.

Quando se estiver trabalhando com pipetas totais deve-se apertar a extremidade deste pipetador para descartar a última gota.

Tais pipetadores são utilizados segundo suas cores, sendo o amarelo para volumes de até 0,2mL; o azul para volumes de até 2,0mL; o verde para volumes até 10mL e o vermelho para volumes até 25mL.

 

 

Pipetas

Os instrumentos de medição são essenciais para qualquer laboratório ou indústria que necessita de medições corretas de volumes. A qualidade dos resultados das análises é dependente da exatidão com que são medidos os volumes das amostras ensaiadas ou dos reagentes adicionados.

Mesmo os mais sofisticados instrumentos automáticos de análise oferecem resultados confiáveis somente quando o material volumétrico empregado na preparação de reagentes e amostras for suficientemente preciso e direcionado ao uso pretendido.

A calibração e o uso adequado dos instrumentos de medição têm grande influência no resultado final de um ensaio. É importante avaliar e reduzir, onde for possível, os erros sistemáticos e aleatórios que possam influenciar o bom desempenho do laboratório.

PIPETAS

Pipetas são usadas para transferência de volumes pré-estabelecidos de um recipiente para outro.

Para os diversos usos em laboratórios de análise em geral, existem diversos tipos de pipetas, como as pipetas de vidro e pipetas automáticas (mecânicas e eletrônicas).

Pipeta volumétrica (ou transferidora): planejada para medir um volume fixo de líquido, constituindo-se de um bulbo cilíndrico contendo um tubo estreito em cada extremidade (ver figura 1-A). A marca de calibração do volume fica gravada na parte superior do tubo. A parte inferior do tubo se afina gradualmente, de modo que o calibre interno na extremidade da pipeta seja suficientemente fino para que o fluxo do líquido e a drenagem incompleta não causem erros de medição além da tolerância especificada.

Estas pipetas são calibradas para utilização em medida de amostras não viscosas. A exatidão da calibração desta pipeta é diretamente proporcional à sua capacidade.

Pipeta graduada (ou medidora): Consiste em um tubo de vidro graduado uniformemente em seu comprimento (ver figura 1B e 1C). Existem 2 tipos:

Pipeta graduada de escoamento parcial: calibrada entre duas marcas, apresenta no topo duas linhas coloridas;

Pipeta graduada de escoamento total (sorológica): graduada até a extremidade inferior, apresenta no topo uma linha colorida.

Estas pipetas são planejadas para medidas de volumes pré-determinados e não são consideradas exatas para medir amostras e padrões.

CUIDADOS NECESSÁRIOS PARA USO CORRETO DAS PIPETAS

Não pipetar com a boca. Utilizar sempre um dispositivo para a pipetagem (ver postagem sobre dispositivos de pipetagem);

Utilizar pipetas íntegras, descartar as pipetas que apresentem pontas quebradas;

Utilizar pipetas limpas e secas;

Utilizar pipetas com volume total o mais próximo possível do volume a ser medido;

– Para medidas de soluções viscosas, evitar que o líquido ultrapasse muito a marca de medida, limpar a parte externa da pipeta e lavar a mesma várias vezes na solução que irá receber o material pipetado;

Nas soluções incolores coloca-se o menisco inferior na marca de calibração enquanto que nas soluções coradas o acerto se faz na parte superior do menisco (ver Figura 2);

Os olhos devem estar posicionados na altura da leitura do menisco (ver figura 3);

Utilizar a pipeta sempre na posição vertical (tanto para aspirar como para desprezar o líquido);

O fluxo do líquido deve ser contínuo.

EVITANDO A PARALAXE

A superfície de um líquido confinado num tubo estreito exibe uma curvatura marcante, ou menisco, que consiste na interface entre o ar e o líquido a ser medido.

Para acerto do menisco, seu olho deve estar no nível da superfície do líquido para assim evitar um erro devido à paralaxe (ver figura 3).

Paralaxe é um fenômeno que ocorre através da observação errada do valor da escala analógica do instrumento, devido ao ângulo de visão.

REFERÊNCIA:

LABTEST. INFOTEC. Uso correto de pipetas. 2010. 4p. Disponível em: http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&sqi=2&ved=0CH4QFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.labtest.com.br%2Fdownload.php%3Fa%3D7598&ei=-HkaUIuhDure0gHo9IGYBg&usg=AFQjCNHmRLsCsQT0n7t8iaCJKBZLJKBalw&sig2=u-qEimAmOzHU0IAYmbrbOw . Acesso em: 02 de agosto de 2012.

USO CORRETO DE PIPETAS

Placa de Petri

 

DICAS:

1. Anotações referentes à data, tipo de atmosfera, origem da amostra, tipo bacteriano, e pesquisador responsável devem ser disponibilizados na tampa da placa de Petri;

2. Uso de papel filtro na tampa, pelo lado interno, pode ser útil para evitar formação de água de condensação que poderia contaminar o meio de cultivo;

3. As placas devem ser incubadas em posição invertida, ou seja, com a tampa para baixo. Isto evita a formação de água de condensação.

Referências:

http://hardydiagnostics.com/articles/Petri-Invention.pdf

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